Cripto no caixa, com disciplina de tesouraria.
Custódia, manuseio e trilhas de auditoria para o caixa em cripto e stablecoin da sua empresa — com o saldo alocado rendendo via staking. Mais um serviço de tesouraria do que um produto de prateleira: desenhado com o seu time financeiro.
"O caixa é seu. A operação é nossa."
Cripto no balanço não pode ser gerida como conta pessoal.
Cada vez mais empresas brasileiras têm stablecoin no fluxo de caixa ou cripto em balanço — por recebimento do exterior, receita do próprio negócio ou decisão de alocação. Mas a operação costuma nascer improvisada: exchange de varejo no CNPJ, wallet na máquina de um sócio, planilha de conciliação. Para o CFO, isso é risco de custódia, risco de governança e passivo fiscal ao mesmo tempo.
Os ativos da empresa ficam em conta de varejo ou em carteira controlada por uma única pessoa. Sem segregação, sem política de chaves, sem plano de contingência se essa pessoa sair.
Qualquer transferência depende de quem tem a senha. Não há alçadas, dupla aprovação nem whitelist de destinos — controles que a tesouraria exige de qualquer banco, mas não tem no caixa cripto.
IN 1888 e o novo regime DeCripto exigem reporte recorrente das operações. Sem extrato consolidado e trilha de auditoria, o fechamento contábil e a resposta ao auditor viram trabalho manual — e risco.
Quatro passos entre a decisão do CFO e o caixa sob controle.
O ativo é da empresa. A operação é da tesouraria. A infraestrutura é da Foxbit — da política de aprovações ao relatório pronto para o auditor.
Defina a política
Com o time Foxbit, a empresa mapeia entidades, aprovadores, alçadas de valor e whitelist de destinos. A governança é definida antes da primeira movimentação.
Aporte o caixa
A empresa transfere os ativos que já possui ou converte R$ em cripto e stablecoin nas pontas de câmbio e PIX da Foxbit. Os ativos ficam em custódia segregada, no nome da empresa.
Opere com quatro olhos
Conversões, pagamentos e resgates seguem o fluxo de aprovação da política. Blocos grandes passam pela mesa de execução institucional, sem impacto de preço no mercado.
Renda e reporte
O caixa alocado rende via staking — operação que a Foxbit já roda em produção. Cada movimento gera trilha de auditoria, e a conciliação sai pronta para contabilidade, auditoria e fisco.
O caixa é seu. A operação é nossa.
A propriedade dos ativos e as decisões continuam com a sua tesouraria. A guarda, o manuseio e o reporte no dia a dia ficam com a Foxbit — sobre a infraestrutura que já atende parceiros institucionais.
A propriedade e as decisões
- A propriedade dos ativos — custódia segregada em nome do CNPJ.
- A política: quem aprova, até quanto, para quais destinos.
- A decisão de alocação: quanto fica líquido, quanto vai para staking.
- A relação com auditor, contador e conselho — com os relatórios na mão.
A guarda e a operação
- A guarda dos ativos e o manuseio no dia a dia.
- A execução: conversão, câmbio, PIX e mesa institucional para blocos.
- A gestão do staking e a apuração do rendimento.
- As trilhas de auditoria, a conciliação e o reporte — enquadrados nas Resoluções BCB 519/520/521 e na IN 1888.
O que a tesouraria ganha.
Da custódia segregada ao relatório pronto — a operação de caixa cripto entregue como infraestrutura, com governança em cada movimento.
Custódia segregada
Cripto e stablecoin guardados em estrutura institucional, segregados por empresa.
Caixa multiativo
R$, cripto e stablecoin numa visão só de posição e liquidez.
Governança de aprovações
Alçadas por valor, múltiplos aprovadores e whitelist de endereços antes de qualquer saída.
Conversão e câmbio
R$ ↔ stablecoin ↔ cripto com PIX e câmbio nas pontas, dentro da mesma operação.
Staking do caixa
O saldo que a empresa decidir alocar rende via staking, com gestão da Foxbit — já em produção.
Execução institucional
Blocos grandes executados pela mesa institucional Prime Desk (Block Trading), sem slippage surpresa.
Trilha de auditoria
Quem aprovou, quando, quanto e para onde — registro completo de cada movimentação.
Relatórios prontos
Conciliação, extrato consolidado e insumos para IN 1888/DeCripto e fechamento contábil.
Tesourarias que já têm cripto — ou estão prestes a ter.
De quem recebe stablecoin do exterior a quem carrega BTC no balanço e deve satisfações ao conselho.
Stablecoin no fluxo de caixa
Importadores, exportadores e quem recebe do exterior e precisa guardar, converter e reportar sem improviso.
Tecnologia e web3
Negócios que faturam em cripto e precisam transformar receita on-chain em caixa governado.
Cripto em balanço
Empresas que alocaram parte da reserva em BTC ou stablecoin e devem satisfações a conselho, auditoria e fisco.
Eventos de liquidez
Desinvestimento, M&A ou recuperação de posições cripto que exigem custódia temporária, conversão em blocos e comprovação documental.
Infraestrutura institucional por baixo. Enquadramento regulatório por cima.
A mesma base que opera na exchange, agora a serviço do caixa cripto da sua empresa.
Tecnologia
A infraestrutura institucional que sustenta a operação de tesouraria.
- Custódia institucional segregadaArmazenamento segregado e políticas de chave por cliente.
- 100+ criptoativos e 110+ venuesLiquidez agregada para conversão, em um só ponto.
- Mesa de execução institucionalBlocos grandes com preço firme, sem impacto de mercado.
- Staking em produçãoApuração de rendimento por empresa.
- APIs REST, WebSocket, FIX e SDKsIntegre posição e extrato ao ERP da empresa.
Compliance
O enquadramento regulatório que a tesouraria precisa comprovar.
- Resoluções BCB 519/520/521O novo marco de ativos virtuais, que endurece a partir de fev/2026.
- Insumos para IN 1888 e DeCriptoProntos para o reporte fiscal.
- KYT na origem e no destinoTravel Rule aplicada nas transferências.
- KYC/AML corporativoNo onboarding da empresa e dos aprovadores.
- Trilhas de auditoria e conciliaçãoDesenhadas para auditoria externa.
Dúvidas frequentes
Não. A propriedade é da empresa; a Foxbit faz a guarda e o manuseio em estrutura segregada por cliente. A tesouraria define a política, aprova as movimentações e recebe o registro de tudo.
Sim — essa parte já está em produção. A empresa define quanto do saldo aloca em staking; a Foxbit faz a gestão da operação e apura o rendimento. O restante fica líquido para o dia a dia.
A política de tesouraria define alçadas por valor, número de aprovadores e whitelist de destinos. Nenhuma saída acontece fora dessa régua. Esse fluxo de aprovações está em rollout — fale com o time para o desenho do seu caso.
Cada operação gera trilha (quem, quando, quanto, para onde) e a conciliação sai consolidada. Os relatórios com os insumos para o reporte fiscal e para o fechamento contábil fazem parte do serviço e estão em desenvolvimento — sem depender de planilha.
Sim. As pontas de PIX e câmbio fazem a conversão entre R$, stablecoin e cripto; volumes grandes vão para a mesa de execução institucional, com preço firme e sem impacto de mercado.
Não — é um serviço de tesouraria. O time Foxbit desenha a política, os fluxos e os relatórios com o seu financeiro, e a operação roda sobre a infraestrutura que já atende parceiros institucionais.
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