Cripto que rende, dentro do seu app. A operação de staking é nossa.
O motor de rendimento que já roda no varejo da Foxbit, embarcado nas APIs do Crypto as a Service. Seu cliente aloca, acompanha e resgata na sua interface — validadores, redes e distribuição de recompensas ficam do nosso lado.
"O cliente e a experiência são seus. O motor de rendimento é nosso."
Saldo em cripto que não rende vai embora. Operar staking por conta própria não se paga.
O cliente que compra cripto no seu app e vê o saldo parado tem um motivo concreto para transferi-lo para onde rende — e nenhum motivo para voltar ao app. Um saldo que rende inverte os dois: prende o ativo e traz o cliente de volta para acompanhar o rendimento, em contato com a sua marca. Construir essa resposta por conta própria — uma operação de staking — significa validadores, janelas de unbonding, distribuição de recompensas e um ledger auditável por cliente. Para a maioria das fintechs, a conta não fecha.
Saldo que não rende é saldo em fuga: o cliente saca e leva o ativo para a plataforma concorrente que paga recompensas.
Sem rendimento, o cliente não tem motivo para voltar. Com ele, volta sempre para acompanhar quanto rendeu — mais aberturas do app e mais contato com a sua marca.
Fazer por conta própria é operar validadores e janelas de bloqueio e ainda manter saldo individualizado, extrato e conciliação por cliente final — todo dia, auditável.
Quatro endpoints entre o seu app e o rendimento.
Subscribe. Redeem. Cotação. Extrato. Seu app rende — sem um validador sequer do seu lado.
Consulte a cotação
Sua plataforma consulta via API os ativos elegíveis e as taxas de rendimento vigentes — e exibe a oferta na sua interface, com a sua experiência.
Seu cliente aloca
Ele escolhe valor e ativo no seu app; sua plataforma envia o subscribe. O saldo dele passa a render, registrado em nome dele no ledger.
A Foxbit opera o staking
Redes, validadores e distribuição de recompensas rodam do nosso lado — o mesmo motor do Foxbit Earn, no ar no varejo. As recompensas são creditadas ao saldo individual de cada cliente final.
Resgate e extrato
O cliente pede o resgate no seu app, sua plataforma chama o redeem e consome o extrato completo de recompensas — pronto para exibir na tela e conciliar no backoffice.
O cliente e a experiência são seus. O motor de rendimento é nosso.
Uma divisão clara de responsabilidades: você fica com a marca e a jornada; a Foxbit assume a operação on-chain e o ledger por cliente final.
O cliente e a jornada
- A marca, o app e o relacionamento com o cliente final.
- A jornada de alocação e resgate — telas, comunicação, oferta.
- A decisão de quais ativos ofertar e como posicionar o produto.
O motor de rendimento
- A operação de staking ponta a ponta: redes, validadores, apuração e crédito de recompensas.
- O ledger com sub-members (disclosed ou non-disclosed) que individualiza o saldo de cada cliente final.
- As APIs de subscribe, redeem, cotação e extrato — a mesma infraestrutura do Crypto as a Service.
O que vem pronto na API.
Alocação, resgate, cotação e extrato — o rendimento entregue como infraestrutura, sobre a mesma base do Crypto as a Service.
Subscribe via API
Alocação programática: sua plataforma envia a ordem e o saldo do cliente entra em rendimento.
Redeem via API
Resgate pelo mesmo trilho, com as janelas de liquidez de cada ativo tratadas pela Foxbit.
Cotação de rendimento
Ativos elegíveis e taxas vigentes consultáveis em tempo real, para exibir na sua interface.
Extrato de recompensas
Histórico por cliente final: quanto rendeu, quando, em qual ativo — pronto para tela e conciliação.
Ledger com sub-members
Saldo individualizado por cliente final, em modo disclosed ou non-disclosed, conforme o seu modelo de conta.
Motor testado no varejo
O mesmo serviço de distribuição de recompensas do Foxbit Earn, em produção na plataforma Foxbit.
Operação de staking gerenciada
Validadores, redes e janelas de unbonding operados pela Foxbit — nada disso encosta no seu backend.
Trilhas para o regulatório
Registros e extratos que alimentam seu reporte e sua conciliação, no mesmo padrão do Crypto as a Service.
Para quem já tem o cliente — e quer que o saldo dele renda.
Fintechs, bancos e plataformas que têm o cliente e o ativo, mas não querem montar operação de staking.
Fintechs com cripto no app
Já oferecem compra e venda (via CaaS ou não) e querem a próxima linha do extrato: rendimento.
Bancos digitais e médios
Querem lançar "cripto que rende" como produto de captação, retenção e engajamento — o cliente volta ao app para acompanhar o rendimento —, sem montar mesa nem operação on-chain.
Plataformas de investimento
Corretoras e apps de investimento que precisam de uma classe de renda em cripto ao lado dos produtos tradicionais.
Apps cripto sem staking próprio
Wallets e exchanges menores que têm o ativo em custódia, mas não têm escala para operar validadores.
A mesma fundação do Crypto as a Service.
O yield usa a mesma API, o mesmo ledger e o mesmo enquadramento que já operam o Crypto as a Service — só acrescenta o motor de rendimento.
Stack técnica
A mesma base de integração do Crypto as a Service, com o motor de rendimento embarcado.
- API RESTEndpoints de subscribe, redeem, cotação e extrato sobre a API REST do Crypto as a Service.
- Ledger com sub-membersModo disclosed ou non-disclosed para saldo individualizado por cliente final.
- Motor de recompensas em produçãoDistribuição de recompensas em produção no varejo Foxbit (Foxbit Earn).
- Sandbox e custódia institucionalSandbox de integração disponível em 48h e custódia institucional dos ativos em rendimento.
Enquadramento regulatório
Conformidade e reporte cobertos pela infraestrutura, no mesmo padrão do Crypto as a Service.
- Resoluções BCB 519/520/521Operação enquadrada no novo marco de ativos virtuais.
- KYC do cliente finalPróprio do parceiro ou consumido da Foxbit, conforme o modelo de integração.
- Dois modelos de integraçãoParceiro com autorização própria usa a API como motor; parceiro sem autorização opera sob o registro regulatório da Foxbit.
- KYT, Travel Rule e IN 1888Aplicados nas movimentações; reporte à Receita coberto pela infraestrutura.
Dúvidas frequentes
Não. A operação on-chain — redes, validadores, janelas de unbonding, apuração e crédito de recompensas — é integralmente da Foxbit. Do seu lado ficam as chamadas de API: subscribe, redeem, cotação e extrato.
Os mesmos ativos elegíveis do Foxbit Earn, o produto de rendimento em produção no varejo da Foxbit — hoje mais de 15 ativos, com taxas consultáveis via API. A lista evolui conforme novas redes são homologadas.
No ledger da Foxbit, com sub-members: cada cliente final tem saldo individualizado, em modo disclosed (identificado) ou non-disclosed, conforme o seu modelo de conta e o seu enquadramento. Nada de saldo agregado impossível de conciliar.
Sua plataforma envia o redeem via API e o saldo retorna à conta do cliente respeitando a janela de liquidez do ativo — no varejo, o Foxbit Earn opera com liquidez D+1. O extrato registra cada evento para exibição e conciliação.
Depende do seu enquadramento. Instituições com autorização própria usam a API como motor da sua operação; fintechs e IPs sem autorização operam sob o registro regulatório da Foxbit, dentro do marco das Resoluções BCB 519/520/521. Nosso time regulatório desenha o modelo com o seu jurídico.
Sim — por construção. A integração é por API: as telas, a jornada e a comunicação são suas, do início ao fim. O cliente final vê o seu app; a Foxbit fica no backend.
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